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Dificuldades sexuais masculinas por mais de 3 meses devem ser investigadas e tratadas

A sexualidade masculina tende a expressar mais inquietação do que a feminina porque os homens separam a sua atividade sexual das outras atividades da vida, onde são capazes de encontrar um direcionamento estável e integral.

As dificuldades sexuais masculinas estão mais fortemente relacionadas a problemas físicos – notadamente ao prostatismo (doenças da próstata), diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica -, enquanto as dificuldades femininas se relacionam mais a problemas de ordem psicológica e do relacionamento.

A disfunção erétil (DE)  é a impossibilidade persistente (por mais 6 meses) de obter e/ou manter uma ereção com rigidez suficiente para uma atividade sexual satisfatória.

Devemos lembrar que a disfunção erétil pode ser uma doença isolada ou apenas um sintoma de outra patologia, seja ela vascular, neurológica, endócrina, psíquica ou decorrente de uma lesão da própria estrutura peniana.

Ao contrário do que se pensa, o tratamento da disfunção erétil deve levar em consideração, além do aspecto biológico da disfunção, outros fatores como idade, expectativa dele e da parceira quanto à atividade sexual e a coexistência de aspectos psicológicos, sociais, econômicos e culturais.

Outra patologia que acomete a população masculina é a ejaculação rápida, também conhecida como ejaculação precoce, conceituada como sendo a incapacidade de controlar a ejaculação o suficiente para ambos os parceiros gozem o prazer sexual. Os possíveis fatores envolvidos incluem a ansiedade.

Enfim, o tratamento das disfunções sexuais masculinas envolvem a recuperação da auto-estima e o sentimento de competência para os mais diversos aspectos da sexualidade.

Problemas sexuais que persistem por mais de 3 (três) meses devem ser investigados  por profissionais especializados, o tempo tende a piorar o problema quando não tratado.