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Por que homens tem ereção dormindo?

Até os anos 50 do século XX, a maioria das pessoas imaginava que o sono fosse uma parte passiva ou inativa das nossas vidas diárias. Hoje, sabemos que o nosso cérebro mantém-se muito ativo enquanto dormimos. Além disso, o sono afeta o nosso desempenho diário e a nossa saúde física e mental de muitas formas, mas estamos apenas começando a entender como isso ocorre de fato. Continuar lendo Por que homens tem ereção dormindo?

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O cérebro e a Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer (DA) é uma patologia neurodegenerativa crônica que causa problemas de memória, pensamento e comportamento. É a forma mais comum de demência, contabilizando de 60 a 80% dos casos de demência. Estima-se que a doença afete 47.5 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, ela atinge cerca de 1.2 milhão de pessoas, mas a maioria dos casos permanece sem diagnóstico. Continuar lendo O cérebro e a Doença de Alzheimer

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O que a melatonina tem a ver com o sono?

Os ritmos circadianos são alterações regulares com características mentais e físicas que ocorrem no curso de um dia (do latim área + diem, “em torno do dia”). Muitos ritmos circadianos são controlados pelo “relógio biológico” do corpo. Este relógio está localizado no núcleo supraquiasmático, no hipotálamo, acima do quiasma óptico. A luz captada por fotorreceptores na retina gera estímulos que, através do nervo óptico, chegam ao núcleo supraquiasmático. Continuar lendo O que a melatonina tem a ver com o sono?

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Por que precisamos dormir?

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Uma vez que o sono e a vigília são influenciados por diferentes estímulos de neurotransmissores no cérebro, alimentos e medicamentos que alteram o equilíbrio desses estímulos são capazes de afetar nosso nível de alerta ou sonolência ou a qualidade do nosso sono. Bebidas cafeinadas, certas drogas, medicamentos anorexígenos e descongestionantes nasais estimulam algumas partes do cérebro e causam insônia. Continuar lendo Por que precisamos dormir?

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Qual sua orientação sexual e de gênero?

vamos falar de sexo

Participe da Pesquisa Antropológica sobre orientação sexual e de gênero

O instrumento de pesquisa é questionário baseado nas informações sociodemográficas do questionário online http://mysexualorientation.com/ validado em mais de 47 países, mas sem tradução para o português até o momento e na Grade de orientação sexual de Klein.

Sua participação é muito importante!

O email é exigido para evitar mais de uma resposta por usuário e se solicitado receberá suas respostas do questionário no email informado.

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Vida sexual após o câncer de mama

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama. O movimento teve início no final do século XX na Califórnia com o objetivo de dar visibilidade à causa do câncer de mama, fortalecendo a importância do diagnóstico precoce e da sua prevenção e tratamento. Inicialmente, o movimento foi marcado
pela iluminação de monumentos históricos e tomou proporções mundiais. Atualmente, diversas instituições promovem atividades voltadas para a causa, tais como: debates, seminários, passeatas, eventos culturais e corridas esportivas. Continuar lendo Vida sexual após o câncer de mama

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DIU de cobre x Mirena

A história da contracepção é longa e antiga; no entanto, o controle voluntário da fertilidade é ainda mais importante na sociedade moderna. Uma mulher que e deseja ter apenas um ou dois filhos passa a maioria dos seus anos férteis tentando evitar a gravidez. No ritmo atual, a população mundial duplicará em 66 anos, tanto para o indivíduo quanto para o planeta é necessário o uso criterioso e eficaz de meios para evitar a gravidez e doenças sexualmente transmissíveis (DST). Continuar lendo DIU de cobre x Mirena

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Vaginismo causa dor na penetração

O vaginismo é descrito como um espasmo muscular do terço exterior da vagina, provocando penetração dolorosa ou impossível. Estima-se que 1 a 7% das mulheres apresentam vaginismo. A dificuldade em distinguir entre vaginismo e dispareunia (dor durante a relação sexual) levou ao argumento de que eles são a mesma coisa. Continuar lendo Vaginismo causa dor na penetração

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Relação sexual dolorosa é normal?

“Sinto dor na relação sexual, o que fazer para melhorar e satisfazer o parceiro?”

É notório que apenas os masoquistas conseguem associar prazer e dor, e se você não é masoquista associar prazer e dor é difícil e desumano.

Dor na relação sexual pode ter várias causas, entre elas podemos citar infecções vaginais ou infecções pélvicas – que envolvem o útero, as trompas, e a bexiga. Continuar lendo Relação sexual dolorosa é normal?

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Bissexualidade como manifestação original do ser humano

Partindo do princípio de que a sexualidade é formada pelos aspectos biológicos, psicológicos, pela identidade sexual, pelo papel sócio sexual e pela orientação sexual; além das formas de vida social e seus atuais costumes, este artigo analisa as bases biológicas e psicológicas da bissexualidade, entendendo que há uma pluralidade na sexualidade humana e uma expressão na sociedade contemporânea que sofre constantes modificações. Continuar lendo Bissexualidade como manifestação original do ser humano

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Existe cura gay?

Em 1886, o sexólogo Richard von Krafft-Ebing listou a homossexualidade e outros 200 estudos de casos de práticas sexuais em sua obra Psychopathia Sexualis. Essa obra conta com 238 casos de “sexualidades desviantes”, sendo, dentre esses, 22 casos intitulados como “homossexualidade”. Krafft-Ebing propôs que a homossexualidade era causada por uma “inversão congênita” que ocorria durante o nascimento ou era adquirida pelo indivíduo. Continuar lendo Existe cura gay?

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Sobre abusos e afins – Memórias de uma sexóloga I

Minha experiência como sexóloga tem pouco mais de 10 anos, e logo no início da minha carreira atuando em sexologia tive alguns pacientes masculinos com transtornos sexuais classificados como parafilias e na grande maioria deles havia um transtorno psíquico maior por trás do evento sexual.  Continuar lendo Sobre abusos e afins – Memórias de uma sexóloga I